Empreendedor desenvolve modelo de exames e consultas médicas de baixo custo para população de baixa renda

O objetivo é replicar modelo para regiões carentes do país

A GlobalMed nasceu a partir do incômodo percebido pelo empreendedor, Bruno Carvalho, com a realidade da área da Saúde e de um forte compromisso em mudar essa situação. Trata-se de um negócio que permite uma melhor oferta de atendimento à saúde com custos baixos proporcionados por ganhos de escala e o uso de tecnologia. “Usamos tecnologia e análise sofisticada de dados para que o paciente possa cuidar da saúde de forma simples, inteligente e amigável”, ressalta Bruno.

O time de profissionais, incluindo médicos, gestores de saúde e especialistas em TI, trabalha com a missão de facilitar a vida do paciente, reduzir custos, produzir resultados rápidos e de forma precisa. Uma das novidades da franquia GlobalMed é o pagamento dos médicos e especialistas. Para garantir uma boa remuneração aos profissionais de saúde, mas ao mesmo tempo, manter a excelência no atendimento e o padrão de qualidade da GlobalMed, o pagamento dos profissionais da Clínica é composto por 2 variáveis: produtividade e qualidade de atendimento. Ou seja, quanto maior o índice de qualidade nos atendimentos prestados, maior a remuneração dos médicos e profissionais de saúde.

Bruno acredita que o modelo de franquias GlobalMed está ajudando a transformar o atendimento da saúde e garantir o acesso a uma medicina de qualidade para toda população. “Atualmente a clínica conta com cinco unidades em operação, uma delas própria, e mais quatro franquias. Há ainda outras quatro unidades em reforma para iniciar a operação ainda esse ano. A GlobalMed disponibiliza 35 especialidades médicas e mais de 2 mil tipos de exames, além de pequenos procedimentos e cirurgias em hospitais parceiros, com custos em média 70% menores que os valores normalmente praticados pelas instituições privadas”, afirma Bruno.

Setor não viu e nem vê crise

A recessão, a crise econômica, a alta da inflação e o aumento do desemprego no país, que ficou em 12,6% em janeiro de 2017, segundo o IBGE, fez com que quem não precisasse agora passasse a necessitar e a recorrer ao Sistema Único de Saúde, o SUS. As clínicas populares são a melhor alternativa de atendimento e de resposta rápida a uma parcela da população que procura um atendimento médico de qualidade e custo baixo.

Em grandes cidades, municípios pequenos e médios e nas periferias dos grandes centros, milhares de pessoas ainda sofrem para tratar, por exemplo, uma amidalite ou para fazer um ecocardiograma.

Muitas vezes porque não conseguem ser atendida pelo SUS, não têm condições de pagar as altas mensalidades dos convênios e muito menos arcar com os custos de uma consulta em clínicas particulares. As clínicas populares também suprem a necessidades de uma população que perdeu o emprego e consequentemente o plano de saúde oferecido pela empresa.

O envolvimento de mais de 400 profissionais da área saúde e de outras áreas, tornaram possível a realização de um sonho, que é saúde de qualidade por um preço acessível a toda a população de baixa renda.

Até o final de 2018 serão inauguradas mais 20 novas unidades no formato franquia e 135 unidades até 2021 entre próprias e franqueadas. Para sustentar esse crescimento, a GlobalMed mantém seu foco em três frentes principais: captação de profissionais talentosos, investimento em tecnologia e desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Com faturamento previsto para esse ano de R$3 milhões a GlobalMed tem hoje uma carteira de mais de 15 mil pacientes, com mais de 4 mil atendimentos ao mês. As consultas variam de R$ 55, para sessões de fisioterapia, a R$ 140, para especialidades como psiquiatria e geriatria.

Acesso facilitado aos bons especialistas médicos

Grande parte dos brasileiros não tem recursos suficientes para pagar por uma mensalidade de plano de saúde, normalmente alta, e a alternativa fica restrita aos hospitais públicos: sempre precários e lotados. Além disso, a maioria da população acredita que para ter atendimento médico de qualidade é obrigatório ter um plano de saúde. A adoção de novos modelos de negócios permite uma melhor oferta de atendimento à saúde com custos baixos proporcionados por ganhos de escala e o uso de tecnologia. Nisso, entra as franquias de clínicas populares.

O combate à corrupção, a vida empresarial e a preservação do emprego

Em um período de alta exibição de operações da Polícia Federal, como a Lava Jato e a Carne Fraca, vimo-nos cercados por atos ilícitos. A sociedade brasileira não pode deixar que a crise institucional que se abateu o país nos últimos anos, atingindo grande número de políticos e muitos empresários implique na destruição de inúmeras empresas com a perda de milhares de postos de trabalho.

Ainda que os acontecimentos dia a dia tomem ainda mais corpo e forma, os escândalos alcançaram um fato inédito no Brasil. Hoje as pessoas, mais do que nunca na história desse país, colocaram o combate ao crime do colarinho branco na lista de prioridades. O alvoroço pelo recrudescimento das ações que visam à erradicação do crime, especialmente no que diz respeito à corrupção, serviram de pano de fundo para a declaração de guerra aos grupos mafiosos.

Diante do envolvimento de empresas em práticas de corrupção, a experiência em outros países que passaram por problema parecido, indica dois procedimentos. Um deles é criar estímulos para que as próprias empresas denunciem as práticas. E outro é dotar o poder público para investigar e, constatado o malfeito, celebrar acordos para exigir o afastamento das pessoas físicas envolvidas, a prestação de informações que ajudem a esclarecer os fatos, a restauração dos danos aos cofres públicos, o compromisso de aprimorar instrumentos de controle e o compromisso de manter postos de trabalho.

E o Brasil precisa e está enfrentando com competência esse grandioso processo de depuração que envolve diversos agentes da relação público-privado para que a corrupção de resista.

O combate à corrupção não pode continuar prejudicando a economia e a geração de empregos. O poder público deve punir a pessoa física, responsabilizando-a criminalmente pelos desvios, e preservar a pessoa jurídica, fazendo-a melhorar.

Os acordos de leniência têm por mérito punir os responsáveis, ressarcir os cofres públicos e impor regras de integridade empresarial. Sobretudo, eles contribuem para o desenvolvimento do país ao orientar as empresas no caminho da legalidade e fazem avançar o combate à corrupção ao preservar as conquistas da Lava Jato e criar um ambiente permanente de vigilância e estímulo às melhores práticas empresariais.

Pensando nisso, deve ser criada uma lei que tenha como base a adoção de cinco medidas fundamentais:
1- afastamento cautelar dos dirigentes relacionados às atividades criminosas praticadas em nome da pessoa jurídica;
2- nomeação de um interventor designado pelo juiz para dar prosseguimento às atividades da empresa;
3- estudo sobre o impacto econômico decorrente de possível quebra a ser elaborado por uma equipe técnica que emitirá parecer a ser considerado como condição de procedibilidade para as respectivas ações penais;
4- medidas de recuperação e inclusão da empresa no mercado e em igualdade de condições junto ao poder público; 5- prioridade de julgamento em todas as instâncias e tribunais.

O governo federal, por iniciativa do Congresso Nacional, dispõe das condições para mudar o quadro degenerativo da economia. Promover a proteção dos setores produtivos para a governabilidade. Os benefícios da atuação coesa das instituições poderão ser facilmente percebidos não apenas pelos especialistas, mas também pelo cidadão comum que clama, assim como qualquer brasileiro, pelo bem-estar social. Parece paradoxal quando já descobrimos os caminhos para a recuperação financeira da empresa em crise econômica, não encontremos solução para a crise moral.

*HENRIQUE NELSON CALANDRA, desembargador, é especialista em direito empresarial, professor emérito da Escola Paulista da Magistratura e ex-presidente da Associação Paulista de Magistrados.

Instituto envia ao STF pedido para rever benefícios concedidos aos delatores da JBS

Em entrevista ao Heródoto Barbeiro, o advogado Nelson Calandra informou que o Instituto Brasileiro de Direito de Defesa enviou uma petição ao Supremo Tribunal Federal com a intenção de rever os benefícios concedidos ao Joesley e Wesley Batista, após a delação premiada.

Veja o vídeo em: http://noticias.r7.com/record-news/jornal-da-record-news/videos/instituto-envia-ao-stf-pedido-para-rever-beneficios-concedidos-aos-delatores-da-jbs-22052017

 

O combate à corrupção, a vida empresarial e a preservação do emprego

Em um período de alta exibição de operações da Polícia Federal, como a Lava Jato e a Carne Fraca, vimo-nos cercados por atos ilícitos. A sociedade brasileira não pode deixar que a crise institucional que se abateu o país nos últimos anos, atingindo grande número de políticos e muitos empresários implique na destruição de inúmeras empresas com a perda de milhares de postos de trabalho.

Ainda que os acontecimentos dia a dia tomem ainda mais corpo e forma, os escândalos alcançaram um fato inédito no Brasil. Hoje as pessoas, mais do que nunca na história desse país, colocaram o combate ao crime do colarinho branco na lista de prioridades. O alvoroço pelo recrudescimento das ações que visam à erradicação do crime, especialmente no que diz respeito à corrupção, serviram de pano de fundo para a declaração de guerra aos grupos mafiosos.

Diante do envolvimento de empresas em práticas de corrupção, a experiência em outros países que passaram por problema parecido, indica dois procedimentos. Um deles é criar estímulos para que as próprias empresas denunciem as práticas. E outro é dotar o poder público para investigar e, constatado o malfeito, celebrar acordos para exigir o afastamento das pessoas físicas envolvidas, a prestação de informações que ajudem a esclarecer os fatos, a restauração dos danos aos cofres públicos, o compromisso de aprimorar instrumentos de controle e o compromisso de manter postos de trabalho.

E o Brasil precisa e está enfrentando com competência esse grandioso processo de depuração que envolve diversos agentes da relação público-privado para que a corrupção de resista.

O combate à corrupção não pode continuar prejudicando a economia e a geração de empregos. O poder público deve punir a pessoa física, responsabilizando-a criminalmente pelos desvios, e preservar a pessoa jurídica, fazendo-a melhorar.

Os acordos de leniência têm por mérito punir os responsáveis, ressarcir os cofres públicos e impor regras de integridade empresarial. Sobretudo, eles contribuem para o desenvolvimento do país ao orientar as empresas no caminho da legalidade e fazem avançar o combate à corrupção ao preservar as conquistas da Lava Jato e criar um ambiente permanente de vigilância e estímulo às melhores práticas empresariais.

Pensando nisso, deve ser criada uma lei que tenha como base a adoção de cinco medidas fundamentais: 1- afastamento cautelar dos dirigentes relacionados às atividades criminosas praticadas em nome da pessoa jurídica; 2- nomeação de um interventor designado pelo juiz para dar prosseguimento às atividades da empresa; 3- estudo sobre o impacto econômico decorrente de possível quebra a ser elaborado por uma equipe técnica que emitirá parecer a ser considerado como condição de procedibilidade para as respectivas ações penais; 4- medidas de recuperação e inclusão da empresa no mercado e em igualdade de condições junto ao poder público; 5- prioridade de julgamento em todas as instâncias e tribunais.

O governo federal, por iniciativa do Congresso Nacional, dispõe das condições para mudar o quadro degenerativo da economia. Promover a proteção dos setores produtivos para a governabilidade. Os benefícios da atuação coesa das instituições poderão ser facilmente percebidos não apenas pelos especialistas, mas também pelo cidadão comum que clama, assim como qualquer brasileiro, pelo bem-estar social. Parece paradoxal quando já descobrimos os caminhos para a recuperação financeira da empresa em crise econômica, não encontremos solução para a crise moral.

*Henrique Nelson Calandra, desembargador, é especialista em direito empresarial, professor emérito da Escola Paulista da Magistratura e ex-presidente da Associação Paulista de Magistrados”

 

Assessoria de imprensa em São Paulo: 1ideal e Feminicidade em ação

Assessoria de imprensa em São Paulo tem como objetivo contribuir para ampliar a visibilidade de projetos socialmente justo, ambientalmente correto e economicamente viável na cidade e no estado. Pensando nisso a 1ideal Comunicação e Relações Públicas iniciou parceria com a Feminicidade.

Uma Assessoria de imprensa em São Paulo deve fortalecer e gerar reflexão sobre o tema defendido, que no caso da Feminicidade, é mostrar as conquistas femininas e o longo caminho ainda a ser percorrido pelas mulheres.

Todos sabem que no dia 8 de março é celebrado o Dia Internacional da Mulher, data que tem como origem manifestações de mulheres russas por melhores condições de vida e de trabalho.

A fim de resgatar o sentido original do seu dia, o Atados em parceria com SP Invisível, Círculo de Sonhadoras, Fábrica de Sonhos, Acupuntura Urbana e Hey Sampa, criaram a campanha Feminicidade, que tem como objetivo inspirar pessoas a celebrarem o Dia Internacional da Mulher por meio de histórias de mulheres e seus olhares.

Diversos voluntários ouviram histórias de mulheres pela cidade e registraram em fotografias, pequenos textos, frases e poesias. O material produzido foi espalhado pela cidade, também por voluntários, em forma de Lambes no dia 8 de março. https://www.youtube.com/watch?v=SZD5MS9AUj8

A 1ideal Comunicação e Relações Públicas e a Feminicidade acreditam no poder inspirador de cada mulher e por isso buscam resgatar o sentido original da data. A ONG continua ocupando o espaço público com suas histórias e viabilizando encontros em que elas sintam-se à vontade para dar voz às suas próprias narrativas.

E para 2017 a organização vai continuar a resgatar o sentido original do Dia Internacional da Mulher, inspirando pessoas por meio das histórias das mulheres e de seus olhares.

Novo formato de negócios favorece o atendimento

Adoção de novos modelos de negócios está permitindo a oferta de atendimento à saúde com custos baixos proporcionados por ganhos de escala e uso de tecnologia. Um exemplo é a rede de clínicas Minuto Med, com consultas a partir de R$ 89 para atendimento de casos de baixa complexidade com base em conceito de varejo, com instalações em locais de alto fluxo de pessoas, como shopping centers, onde hoje estão instaladas suas três unidades, duas em São Paulo e uma em Guarulhos.

Fonte: Valor Econômico